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“Não é momento de silêncio”: prefeito de Tijucas grava carta aberta e manda recado às vésperas da eleição

Em vídeo chamado de “Carta aberta para Tijucas”, Maickon Sgrott diz que Jorginho e Stein foram essenciais para tirar os molhes do papel e pede voto também em Carol de Toni e Carlos Bolsonaro para o Senado

Prefeito de Tijucas fala em “blindagem da capa preta” e pede voto em Flávio Bolsonaro, Jorginho Mello e Emerson Stein
Foto: Reprodução
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O prefeito de Tijucas, Maickon Sgrott, publicou nas redes sociais um vídeo chamado de “Carta aberta para Tijucas”, em que declara voto e pede apoio aos eleitores para candidatos do PL e do MDB às vésperas do primeiro turno, marcado para este domingo (4). “Não é momento de silêncio. Quem não tem medo, encara”, diz ele na abertura.

No vídeo, Maickon pede voto em Jorginho Mello (PL) para governador, em Emerson Stein (MDB) para deputado estadual, em Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL) para o Senado e em Flávio Bolsonaro (PL) para presidente. “Eu sou do PL, tenho lealdade ao partido, mas tenho, acima de tudo, lealdade a Tijucas”, afirma, ao justificar o apoio a Stein, que é do MDB.

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O prefeito liga o pedido de voto aos molhes do Rio Tijucas, obra que ele trata como a maior da história do município. “Os molhes de Tijucas eram tratados como uma lenda. Décadas e décadas. E em menos de dois anos de governo, duas pessoas foram essenciais para essa lenda virar obra: Jorginho Mello e Emerson Stein”, diz. A Prefeitura publicou nesta semana o edital da construção dos dois molhes e da dragagem da barra, com orçamento máximo de R$ 45,6 milhões e disputa entre as empresas marcada para 6 de novembro. A Licença Ambiental de Instalação, do IMA, foi entregue em 1º de julho, em cerimônia que teve a presença de Stein.

Antes dos nomes, Maickon usa uma comparação com futebol para criticar o cancelamento do último debate presidencial antes do primeiro turno, que a TV Globo derrubou depois de decisões judiciais mudarem as regras horas antes do programa. Ele descreve um jogo entre amigos em que as regras são assinadas por todos e preveem que a camisa de quem faltar fica pendurada, “pra todo mundo ver quem não veio”, até que um dos times desiste e a solução passa a ser tirar a camisa do varal e fingir que ele não existe.

“Se fosse um jogo da tua turma, no churrasco da tua família, tu ia achar isso certo ou tu ia ficar revoltado? Então, por que quando acontece no maior debate do país, e que ajuda a decidir o futuro dos nossos filhos, tá tudo certo? Não está. Isso o nome é blindagem da capa preta”, afirma o prefeito.

Maickon também diz que “o Brasil não cresce com um governo que distribui dependência” e cita Tijucas como exemplo de cidade que cresceu sem esperar por Brasília. “A cidade cresceu, o emprego chegou e a maior obra da história está saindo do papel”, diz. No fim, ele pede que o eleitor não deixe de votar: “Quem fica em casa deixa os outros escolherem por você. O futuro de Tijucas, do Brasil, não se defende lá do sofá, se defende na urna”.

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Leia também: Tijucas abre licitação de R$ 45,6 milhões para molhes e dragagem do Rio Tijucas

© Jornal Razão. Reprodução permitida com crédito e link para a matéria original: jornalrazao.com/politica/prefeito-tijucas-carta-aberta-voto-flavio-jorginho-emerson-stein

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