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“Meu filho tem 8 anos!”: pai recebe bilhete e tem revelação chocante sobre professor em Itajaí

Ao investigar a autoria do bilhete, um pai descobriu que havia sido colado por um professor da escola e buscou informações sobre ele nas redes sociais. Foi então que se deparou com fotos públicas do educador usando…

“Meu filho tem 8 anos!”: pai recebe bilhete e tem revelação chocante sobre professor em Itajaí
Foto: Reprodução
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A tribuna da Câmara de Itajaí foi palco de uma denúncia contundente nesta semana. O vereador Victor Nascimento (PL) trouxe à tona o caso de um professor da rede municipal acusado de expor conteúdos de conotação sexual em seu perfil público nas redes sociais, ao mesmo tempo em que atua como educador de crianças de 8 anos de idade. O parlamentar questionou a conduta do profissional e cobrou providências da Secretaria de Educação do município.

Segundo o vereador, pais de alunos procuraram seu gabinete revoltados com a presença de um bilhete colado nos cadernos das crianças com orientações sobre bullying e respeito. Embora o conteúdo parecesse inofensivo, Nascimento chamou a atenção para a frase “tratar todes com respeito”, que segundo ele, estaria inserida em um contexto ideológico mais amplo de gênero e sexualidade.

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Ao investigar a autoria do bilhete, um pai descobriu que havia sido colado por um professor da escola e buscou informações sobre ele nas redes sociais. Foi então que se deparou com fotos públicas do educador usando roupas íntimas femininas, perucas, fantasias e acessórios de sadomasoquismo. Algumas das imagens, segundo o vereador, incluíam até marcas de mordidas e lesões associadas a práticas sexuais violentas, além de postagens com frases consideradas inapropriadas, como “a ausência de namoradinhos foi uma imposição social” e “intimidade passou a surgir apenas em territórios clandestinos”.

“É isso que ele está mostrando para crianças de 8 anos?”, indagou Victor em tom enérgico. “Se um pai não vai atrás, como vamos saber o que está sendo ensinado ou exposto dentro da escola?”.

O vereador também relatou que o pai da criança tentou conversar com a direção da escola, mas foi confrontado com uma resposta considerada debochada: “Nem o prefeito me tira daqui”. Ainda segundo o vereador, o diretor teria acusado o pai de homofobia ao tentar levantar a preocupação.

Victor Nascimento repudiou a postura da gestão escolar e alertou sobre o que classificou como “uma exposição indecente e perigosa das crianças a conteúdos inapropriados”. Ele ainda ironizou a normalização de bandeiras ideológicas dentro das salas de aula: “É bandeira colorida pra todo lado, mas educação que é bom, nada”.

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Em seu discurso, Nascimento pediu o imediato posicionamento da Secretaria de Educação e reforçou a necessidade de instalar câmeras de segurança e reforçar o controle sobre o que acontece dentro das unidades escolares. “A escola não pode ser um laboratório de experimentações sexuais nem um palanque ideológico. Está na hora de colocar ordem na casa”, declarou.

Ao finalizar sua fala, o vereador reiterou sua defesa da infância e chamou atenção para o papel da família na proteção dos filhos: “Atentem contra nós, adultos, se quiserem. Mas deixem as nossas crianças em paz”.

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