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Polícia Civil prende homem que matou técnico de enfermagem na Grande Florianópolis

Crime ocorreu após um encontro na casa da vítima, em Florianópolis, e corpo foi achado em mata em Santo Amaro da Imperatriz.

Polícia Civil prende homem que matou técnico de enfermagem na Grande Florianópolis
Foto: Reprodução
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Foi preso nesta segunda-feira (13) em Londrina, no Paraná, o segundo suspeito de participação no latrocínio que vitimou o técnico de enfermagem Luciano da Conceição, de 46 anos. A vítima estava desaparecida desde 16 de outubro, e o corpo foi localizado quatro dias depois em uma área de mata fechada em Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis.

A prisão foi realizada em ação conjunta entre as polícias civis de Santa Catarina e do Paraná. Desde o início das investigações, a Delegacia de Roubos da Capital já havia identificado os dois autores do crime, considerados foragidos. O primeiro morreu na semana passada ao colidir o carro em que fugia durante uma perseguição da PRF, também no Paraná.

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De acordo com os investigadores, Luciano teria convidado os dois homens para um encontro em sua casa, no bairro Capoeiras, em Florianópolis. No local, houve um desentendimento, e a vítima foi morta. Após o assassinato, os autores transportaram o corpo até a zona de mata do Morro do Queimado, em Santo Amaro da Imperatriz, onde foi desovado em uma área de difícil acesso. Diversos objetos foram levados da residência da vítima.

O desaparecimento de Luciano foi comunicado no dia 16 de outubro. Quando a polícia entrou na casa, encontrou sinais de violência, manchas de sangue e os cômodos revirados. O corpo foi encontrado no dia 20 de outubro por equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Científica.

Com a prisão do segundo suspeito, a Polícia Civil de Santa Catarina encerra a fase investigativa do caso, que agora segue para o Ministério Público. A tipificação é de latrocínio — roubo seguido de morte.

Luciano da Conceição era natural de Presidente Epitácio (SP) e vivia em Florianópolis. A morte violenta causou grande comoção entre colegas da saúde e amigos, que cobravam justiça desde a confirmação do assassinato.

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