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Pastor da Bahia baleado na cabeça em Balneário Camboriú tem morte confirmada pelo Hospital Marieta

Alan Souza Cerqueira, de 36 anos, estava internado desde domingo; suspeito de 21 anos está preso preventivamente

Pastor da Bahia baleado na cabeça em Balneário Camboriú tem morte confirmada pelo Hospital Marieta
Foto: Reprodução
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O pastor Alan Souza Cerqueira, de 36 anos, baleado na cabeça no Deck da Barra Sul, em Balneário Camboriú, no domingo (27), morreu no início da tarde desta terça-feira (29). A morte foi confirmada pelo Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, onde ele estava internado.

A morte chegou a ser divulgada na segunda-feira (28). Segundo a família, porém, Alan seguia internado e passava pelo protocolo de morte encefálica.

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Alan caminhava com um amigo pelo Deck da Barra Sul, por volta das 16h30, quando foi atingido. O ataque aconteceu ao lado do parquinho, onde havia famílias e turistas. Segundo o secretário de Segurança de Balneário Camboriú, Carlos Alberto de Araújo Gomes Júnior, uma testemunha relatou que o atirador se aproximou pelas costas e que não houve discussão antes do disparo.

Natural da Bahia, Alan morava em Balneário Camboriú havia cerca de sete meses e trabalhava na construção civil, conforme o secretário. Ele era casado e usava as redes sociais para pregar.

O suspeito, um homem de 21 anos natural de Pelotas (RS), foi preso pela Guarda Municipal menos de um minuto após o ataque, a cerca de 30 metros do local. Na fuga, ele teria descartado um moletom e um revólver calibre 38, que foi apreendido.

Segundo o secretário, o homem negou a autoria na abordagem e disse ter recebido a arma de outra pessoa para escondê-la. No interrogatório na Polícia Civil, permaneceu em silêncio. Ele foi autuado em flagrante por homicídio qualificado e teve a prisão convertida em preventiva na segunda-feira, em audiência de custódia. Está no Complexo Penitenciário da Canhanduba, em Itajaí.

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A motivação do crime ainda não foi esclarecida. A Polícia Civil apreendeu os celulares da vítima e do suspeito e deve pedir a quebra do sigilo telefônico. O irmão de Alan disse às autoridades que nunca tinha visto o homem preso.

Informações sobre velório e sepultamento não foram divulgadas até a publicação desta matéria.

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