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“Crise vulcânica”: menino cria desculpa inusitada pra faltar à aula em SC

Áudio enviado à mãe trocou crise convulsiva por "crise vulcânica"; segundo ela, o susto da manhã teria virado argumento pra faltar à aula

"Crise vulcânica": menino cria desculpa inusitada pra faltar à aula em SC
Foto: Reprodução
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Um menino de 11 anos, morador de Içara, no Sul de Santa Catarina, divertiu a internet nesta terça-feira (29) com um áudio enviado à mãe e uma desculpa daquelas pra não ir à escola. Preocupado, ele tentou contar que um homem tinha sofrido uma “crise convulsiva” no Centro da cidade, mas se confundiu e chamou o caso de “crise vulcânica”. Segundo a mãe, o susto da manhã ainda teria virado argumento pra faltar à aula.

No áudio, o garoto explica que soube da história pelo grupo da escola, depois que um colega recebeu uma notificação. “Caiu um raio em cima de uma pessoa, e ela teve crise vulcâ… não, crise vulcânica?”, diz. Em seguida, tenta se corrigir: “Calma aí. É convulsica, convulsivo, convulsiva? É convulsiva”.

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No fim da mensagem, ele admite que não sabe bem do que se trata e ainda dá o alerta do dia: “Sei lá o que que é isso, mas aí aconteceu isso e tá com risco extremo de alagamento aqui em Içara”.

Foi aí que a história ganhou um capítulo extra. De acordo com a mãe, o menino teria juntado tudo, o raio, a “crise vulcânica” e o alerta de alagamento, como argumento para tentar gazear a aula. Não foi informado se o plano deu certo.

O caso que motivou o áudio aconteceu por volta das 7h45, na Rua Cel. Marcos Rovares, no Centro de Içara, onde o Corpo de Bombeiros Militar foi chamado para atender um homem de 54 anos em crise convulsiva.

O primeiro chamado informava que ele teria sido atingido por um raio, o que mobilizou a equipe. No local, os bombeiros descartaram a hipótese: o homem estava na via pública, ainda se recuperando da convulsão, com um ferimento na parte de trás da cabeça.

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Depois do atendimento, ele foi levado ao Hospital São Donato com sinais vitais estáveis.

O áudio chamou atenção nas redes justamente pelo jeito espontâneo com que o menino tentou relatar a ocorrência, principalmente na troca de “convulsiva” por “vulcânica”, que ele mesmo tentou consertar em três tentativas.

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