O policial militar que respondia pela morte de um empresário dentro de uma casa noturna em Florianópolis foi inocentado pelo Tribunal do Júri da Capital nesta terça-feira (2). Na mesma sessão, o segurança do estabelecimento também obteve decisão favorável e deixou de responder por homicídio qualificado após os jurados entenderem que sua participação no caso se enquadra como lesão corporal grave.
O julgamento analisou a morte do empresário Thiago Kich de Melo, de 28 anos, ocorrida em 8 de outubro de 2024 em uma casa noturna localizada na região central da capital catarinense. O policial militar Rafael Azevedo de Souza era réu por homicídio qualificado, mas foi absolvido pelo conselho de sentença.
Já em relação ao segurança Jean Carlos dos Santos, os jurados decidiram desclassificar a acusação. Com isso, ele deixou de responder por homicídio qualificado e passou a responder por lesão corporal grave.
Após a decisão dos jurados, a Justiça determinou a expedição dos alvarás de soltura dos dois réus, que estavam presos em razão do processo.
A sentença também prevê prazo de cinco dias para que as partes apresentem eventuais recursos. Na sequência, os autos serão encaminhados ao Ministério Público, que terá dez dias para avaliar a possibilidade de oferecer suspensão condicional do processo ao segurança.
Por meio de nota, os advogados de Rafael afirmaram que receberam o resultado do julgamento com serenidade e destacaram que sempre confiaram na análise dos jurados responsáveis pelo caso.
Até a publicação desta reportagem, a defesa de Jean Carlos não havia se pronunciado sobre a decisão. A Polícia Militar de Santa Catarina também foi procurada para comentar o resultado do julgamento, mas não enviou resposta.
Com informações de NSC TOTAL
























