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Foragido da Justiça de SC desde 2023 é preso na Espanha em operação da PF com a Interpol

Natural de Araranguá, no Sul de Santa Catarina, o condenado vinha sendo procurado depois de ter sido sentenciado por uma série de crimes cometidos entre 2013 e 2021. Foto: Arquivo PF

Foragido da Justiça de SC desde 2023 é preso na Espanha em operação da PF com a Interpol
Foto: Reprodução
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Foragido da Justiça catarinense desde 2023, um homem de 55 anos foi localizado e preso na Espanha numa ação que uniu a Polícia Federal e a Interpol. A captura foi comunicada pelas autoridades espanholas à PF na terça-feira (23), encerrando uma busca que durava três anos e atravessava continentes.

Natural de Araranguá, no Sul de Santa Catarina, o condenado vinha sendo procurado depois de ter sido sentenciado por uma série de crimes cometidos entre 2013 e 2021. A lista inclui delitos contra a ordem tributária, contra as relações de consumo, posse irregular de arma de fogo de uso permitido, vias de fato e violência doméstica contra a mulher.

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A virada na investigação veio quando a Polícia Federal reuniu indícios de que o procurado teria deixado o país e estaria vivendo no exterior. Diante disso, os agentes acionaram o juízo criminal responsável pelo caso e passaram a articular a cooperação policial internacional para alcançar o foragido fora do Brasil.

Informações compartilhadas com a Interpol

Em 18 de maio deste ano, a PF iniciou o compartilhamento de informações com as autoridades espanholas por meio da Difusão Vermelha da Interpol. O mecanismo funciona como um alerta internacional que mobiliza as polícias de diversos países atrás de uma mesma pessoa, e foi justamente essa engrenagem que permitiu rastrear o paradeiro do condenado em solo espanhol.

Com a localização confirmada, a prisão foi efetivada pelas autoridades da Espanha, que then comunicaram a captura à Polícia Federal. O homem segue sob custódia no país europeu, à espera de que sejam concluídos os trâmites legais necessários para a sua extradição.

Sobre o condenado ainda pesa uma pena remanescente de três anos, nove meses e 16 dias de reclusão, que precisa ser cumprida em território brasileiro. Assim que for entregue às autoridades do Brasil, ele será encaminhado para quitar o restante da sentença.

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