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Argentino teria chamado brasileiro de “m4c4co” e provocado pancadaria no calçadão de Balneário Camboriú. VEJA O VÍDEO

Segundo testemunhas, o insulto racista teria dado início à briga generalizada entre brasileiros e argentinos na Avenida Central.

Argentino teria chamado brasileiro de “m4c4co” e provocado pancadaria no calçadão de Balneário Camboriú. VEJA O VÍDEO
Foto: Reprodução
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A confusão que parou o calçadão da Avenida Central, em Balneário Camboriú, na noite de sábado (18), teria começado com uma única palavra. Segundo testemunhas que acompanharam o tumulto, um argentino teria chamado um brasileiro de “macaco” momentos antes de a discussão se transformar em briga generalizada entre os dois grupos, num dos pontos mais movimentados da cidade.

O relato do suposto insulto racial circulou entre as pessoas que estavam no local e teria sido o estopim da pancadaria. A versão, no entanto, não foi confirmada oficialmente até o momento, e nenhum órgão de segurança se manifestou sobre um possível crime de injúria racial ligado à ocorrência.

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O que está confirmado é a dimensão da confusão. De acordo com a Secretaria de Segurança e Ordem Pública de Balneário Camboriú, equipes da Guarda Municipal foram acionadas assim que o conflito começou. Durante o confronto, alguns dos envolvidos passaram a arremessar cadeiras e garrafas, aumentando o risco para quem passava pela região central naquele horário.

O calçadão da Avenida Central estava cheio de moradores e turistas quando a briga estourou. Vídeos gravados por quem presenciou a cena mostram correria e gritaria no meio do calçadão, com brasileiros e argentinos em confronto direto.

Para conter a situação e restabelecer a ordem, a Guarda Municipal utilizou instrumentos de menor potencial ofensivo, como munição de elastômero, as chamadas balas de borracha, e spray de pimenta. Segundo a Secretaria, os agentes seguiram os protocolos operacionais previstos para esse tipo de ocorrência.

Com a intervenção, os envolvidos se dispersaram e a confusão foi encerrada. Segundo a prefeitura, ninguém ficou ferido e não houve necessidade de encaminhamento dos participantes à delegacia.

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Uma versão preliminar que circulou logo após a ocorrência, porém, apontava que uma pessoa teria ficado ferida durante o tumulto. Ela usava uma camisa da seleção argentina, mas não houve confirmação de que fosse de fato argentina. A informação diverge do balanço oficial da prefeitura e segue sem esclarecimento.

Relatos de pessoas que estavam no local dão conta de que a atuação da Guarda Municipal foi aplaudida pela população após o encerramento da ocorrência, pela rapidez em dispersar os grupos antes que o tumulto crescesse ainda mais.

Balneário Camboriú recebe milhares de turistas argentinos ao longo do ano, e a convivência entre visitantes e moradores costuma ser pacífica na região central, o que tornou a cena de sábado ainda mais chamativa para quem circulava pela Avenida Central.

Até a publicação desta reportagem, não havia registro de prisões nem confirmação oficial sobre o insulto racial relatado pelas testemunhas. Caso a injúria racial seja formalizada em boletim de ocorrência, o caso pode ser investigado pela Polícia Civil.

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