A Câmara de Vereadores de Joinville devolveu mais de R$ 70 milhões aos cofres da prefeitura ao longo das gestões de Diego Machado (PSD) à frente da presidência da Casa. O valor é apresentado pela instituição como a maior economia de recursos públicos já registrada na história do Legislativo da cidade.
Conforme a Câmara, o resultado vem de uma administração baseada em planejamento, controle de gastos e responsabilidade fiscal. Na prática, é dinheiro que sai do orçamento do Legislativo e volta para o município, podendo ser aplicado em áreas essenciais para a população.
Para dar uma dimensão do tamanho da economia, a Câmara compara: os R$ 70 milhões equivaleriam à construção de cerca de 14 unidades de saúde, a mais de 30 quilômetros de pavimentação asfáltica ou ainda à implantação de quatro Centros de Educação Infantil com capacidade para atender perto de 600 crianças cada.
Segundo a presidência, a marca foi alcançada com o apoio dos demais vereadores da atual legislatura, em uma política de responsabilidade fiscal construída com diálogo dentro da Casa. O argumento é que deu pra economizar sem abrir mão da qualidade dos serviços prestados ao cidadão.
“É uma demonstração de respeito ao dinheiro público e ao cidadão que paga seus impostos”, afirmou Diego Machado, ao defender que economizar não significa deixar de investir.
Economia sem parar de investir
Mesmo com a devolução dos recursos, a Câmara afirma que seguiu avançando em projetos e na modernização dos serviços. Entre as iniciativas citadas estão o Balcão da Cidadania, criado para aproximar serviços públicos da população, e a Escola do Legislativo, voltada à formação cidadã e à aproximação da comunidade com o Poder Legislativo. A gestão também diz manter investimentos em tecnologia, estrutura administrativa e capacitação de servidores.
Outro ponto destacado pela presidência é a reforma e modernização da estrutura física da Câmara, com foco em acessibilidade, segurança e atendimento ao público. A expectativa da Casa é que as melhorias sejam entregues ainda durante o atual mandato na presidência.
“Economizar não é guardar dinheiro. É administrar com responsabilidade para que os recursos possam retornar à cidade em forma de obras, serviços e melhorias para quem mais precisa”, concluiu o presidente da Câmara.






















