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Ônibus vira depósito de bebidas ilegais e operação termina com prisão de suspeitos em SC

Carga de bebidas trazidas do Uruguai estava escondida no bagageiro e até entre os assentos de um ônibus abordado pela PRF na BR-101, em Araquari. Dois homens foram encaminhados à Polícia Federal. Fotos: PRF

Ônibus vira depósito de bebidas ilegais e operação termina com prisão de suspeitos em SC
Foto: Reprodução
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Uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) terminou com a apreensão de cerca de 3 mil garrafas de bebidas alcoólicas contrabandeadas na tarde desta segunda-feira (25), em Araquari, no Norte de Santa Catarina. A carga, avaliada em milhares de reais, era transportada ilegalmente em um ônibus abordado na BR-101.

Durante a vistoria no veículo, os policiais encontraram dezenas de caixas repletas de bebidas estrangeiras no compartimento de bagagens. Parte da mercadoria também estava escondida dentro da cabine de passageiros, espalhada pelo chão e entre os assentos, numa tentativa de dificultar a fiscalização.

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Questionados pela PRF, os dois ocupantes do ônibus, de 30 e 18 anos, ambos naturais do Rio Grande do Sul, informaram que haviam buscado a carga na cidade de Rosário do Sul, na fronteira com o Uruguai, e que o destino final seria o estado de São Paulo, onde as bebidas seriam revendidas.

Segundo a polícia, os produtos foram introduzidos no país sem o recolhimento dos tributos exigidos pela legislação brasileira, configurando o crime de descaminho. A prática consiste em importar mercadorias de forma irregular, sem o pagamento dos impostos devidos.

Além disso, o Ministério da Fazenda estabelece um limite mensal de 12 litros de bebidas importadas por pessoa. A quantidade transportada era muito superior ao permitido.

Os dois suspeitos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Joinville, onde o caso foi registrado. Já o ônibus e toda a carga de bebidas foram apreendidos e encaminhados à Receita Federal, responsável pelos procedimentos administrativos de perdimento dos bens.

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Caso sejam condenados pela Justiça, os envolvidos poderão cumprir pena de um a quatro anos de prisão.

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