Logo Jornal Razão
Publicidade

“Ele roubou a infância da minha filha”: diz mãe de menina estuprada por professor de judô na Grande Florianópolis

O ex-professor, que chegou a atuar em projetos sociais e era conhecido na comunidade por se vestir de Papai Noel em festas de fim de ano, já havia sido denunciado anteriormente.

“Ele roubou a infância da minha filha”: diz mãe de menina estuprada por professor de judô na Grande Florianópolis
Foto: Reprodução
Publicidade

O caso que resultou na prisão de Dulcimar Antônio Grando, conhecido como Pipoca, de 60 anos, em São José, na Grande Florianópolis, expôs também um histórico de acusações contra o ex-professor de Educação Física. Ele foi preso em flagrante após abusar de uma menina de 10 anos dentro do condomínio onde ambos residiam, segundo revelou o Jornal Razão em parceria com o NDTV Record.

Câmeras de segurança registraram o momento em que o homem beija a criança na boca, a acaricia e a leva até o banheiro, onde permanecem por cerca de um minuto e meio. Após a denúncia, o agressor fugiu, mas foi localizado e detido no bairro Jardim Atlântico, em Florianópolis. Na audiência de custódia realizada no dia seguinte, a Justiça manteve a prisão preventiva.

Publicidade

A mãe da vítima afirmou em entrevista ao Cidade Alerta SC que a filha teve a infância “roubada” pela violência. “Isso que ele fez com a minha filha pode ter sido feito com outras crianças. Ele levou metade da infância da minha filha”, desabafou.

O ex-professor, que chegou a atuar em projetos sociais e era conhecido na comunidade por se vestir de Papai Noel em festas de fim de ano, já havia sido denunciado anteriormente. Em 2010, uma estudante do Instituto Estadual de Educação, em Florianópolis, procurou a polícia para relatar que ele chamava alunas de “gostosas” e que havia tentado assediá-la e a amigas. O boletim de ocorrência registrado na época descrevia também episódios de comportamento agressivo.

Com a prisão atual, Dulcimar foi transferido para a Penitenciária de Florianópolis, enquanto a família da vítima recebe acompanhamento psicológico. A esposa e o filho dele, que moravam no mesmo condomínio, deixaram o local após a repercussão do caso.

Receba as notícias no WhatsAppEntrar
Publicidade
Publicidade
Grupo de WhatsApp · Tempo real

Santa Catarina no seu WhatsApp

Entre no grupo oficial do Jornal Razão. As principais manchetes do dia, direto no seu aparelho. Sem spam.

Entrar no grupo
+48 mil catarinenses já acompanham