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Sócios de academia são presos por venda ilegal de anabolizantes e liberados após fiança em SC

Operação encontrou seringas, medicamentos irregulares e substâncias injetáveis dentro de academia no Oeste Catarinense. Fotos: PC

Sócios de academia são presos por venda ilegal de anabolizantes e liberados após fiança em SC
Foto: Reprodução
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Uma operação da Polícia Civil terminou com a prisão em flagrante de dois sócios de uma academia no Centro de Xaxim, no Oeste Catarinense, suspeitos de comercializar ilegalmente anabolizantes e medicamentos sem autorização da Vigilância Sanitária.

A ação aconteceu na tarde desta quinta-feira (14), durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão no estabelecimento.

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Segundo a investigação, os policiais encontraram dentro da academia um espaço montado para aplicação e distribuição de substâncias injetáveis. No ambiente havia agulhas, seringas vazias, outras já preparadas com líquidos prontos para uso e até papel higiênico com vestígios de sangue.

Durante as buscas, os agentes também apreenderam diversos produtos considerados irregulares, entre eles frascos de Protenay Injetável, medicamento de uso veterinário, além de anabolizantes como Testobolin, Testoviron, Parabolan, Deca Durabolin, testosterona e drostanolona.

Outros medicamentos, como tadalafila, telmisartana e Alginac, também foram localizados no local.

Suspeita de venda ilegal de anabolizantes

De acordo com a Polícia Civil, a quantidade de materiais encontrados, somada às notas fiscais apreendidas, reforça a suspeita de que os produtos eram vendidos dentro da própria academia.

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As investigações apontam ainda que, somente entre abril e maio deste ano, os suspeitos compraram 267 agulhas e 29 seringas em uma farmácia da cidade.

A Vigilância Sanitária foi acionada para recolher os materiais irregulares e realizar o cadastro dos produtos apreendidos.

Os dois homens, de 39 e 34 anos, foram levados para a delegacia, permaneceram em silêncio durante o interrogatório e responderão por armazenar e comercializar medicamentos sem registro e de procedência duvidosa.

Como o crime permite pagamento de fiança, o delegado arbitrou o valor equivalente a três salários mínimos para cada investigado. Após o pagamento, ambos foram liberados.

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O caso segue sob investigação e será encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário.

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