O corpo de um jovem foi encontrado sem vida no asfalto da Rua Paulo Schneider, no bairro Vila Nova, em Joinville, poucos minutos depois de uma batida violenta contra a traseira de um caminhão estacionado. Antônio Samuel Lima Alves, conhecido pelos amigos como Samuca, não teve chance. A morte foi confirmada ainda no local, antes mesmo que qualquer socorro pudesse fazer diferença.
O acidente aconteceu na noite dessa segunda-feira (6), por volta das 23h20. O Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville foi acionado até o endereço, mas quando as equipes chegaram já não havia o que fazer. O motociclista havia colidido contra o caminhão que estava parado na via, e os ferimentos causados pelo impacto foram fatais.
A cena que os socorristas encontraram ia além da tragédia do acidente. Segundo o SAMU, também chamado ao local, havia intensa agitação na rua, com moradores tentando agredir o motorista do caminhão. A revolta tomou conta de quem estava por perto nos momentos seguintes à batida.
Quem era o Samuca
Samuca trabalhava em uma academia do próprio bairro Vila Nova, a poucos metros de onde perdeu a vida. Era ali que construía a rotina e as amizades que agora se transformaram em luto. Colegas de treino contaram que estiveram com ele horas antes, entre risadas e brincadeiras, sem imaginar que aquele seria o último encontro.
Nas redes sociais, o abalo se espalhou em forma de homenagens. “O Samuka não! Que tristeza, meu Deus. Ontem ele estava na academia, rimos e brincamos com ele. Sempre muito querido e atencioso”, lamentou uma frequentadora da academia. Outro colega escreveu que estava com o coração dilacerado: “Um grande amigo você foi para mim, que você descanse em paz”. Uma familiar despediu-se em poucas palavras: “Meu amor, eu te amo para sempre, primo!”.
O local de trabalho publicou uma nota de pesar em respeito ao funcionário. “Hoje, nos unimos em respeito e solidariedade para prestar nossa última homenagem ao nosso colaborador Antônio Samuel Lima Alves, que deixou sua marca em nossa equipe com sua dedicação, compromisso e presença”, escreveu a administração da academia.
Até a publicação desta matéria, não havia informações sobre velório ou sepultamento da vítima.






















