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Polícia encontra loja de açai recheada de drogas em Balneário Camboriú

Um comércio situado na Rua 3000, bem no centro de Balneário Camboriú, virou alvo de uma operação da Polícia Militar na tarde de sábado (21). O que parecia ser apenas uma loja de açaí funcionava, segundo a PM, como fachada para a venda de drogas sintéticas e outros entorpecentes. A ação começou após informações obtidas … Ler mais

Polícia encontra loja de açai recheada de drogas em Balneário Camboriú
Foto: Reprodução
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Um comércio situado na Rua 3000, bem no centro de Balneário Camboriú, virou alvo de uma operação da Polícia Militar na tarde de sábado (21). O que parecia ser apenas uma loja de açaí funcionava, segundo a PM, como fachada para a venda de drogas sintéticas e outros entorpecentes.

A ação começou após informações obtidas pelo setor de inteligência do 12º Batalhão. Policiais passaram a monitorar os arredores do local e, em determinado momento, abordaram um motociclista na Rua 2550, que havia saído do estabelecimento minutos antes. Durante a revista, os agentes encontraram 15 comprimidos de ecstasy com o suspeito.

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Diante do flagrante, os policiais voltaram ao ponto de origem da movimentação e fizeram uma busca detalhada. Dentro do comércio, que mantinha aparência comum para o público, os militares encontraram uma grande quantidade de drogas armazenadas e prontas para distribuição.

Foram apreendidas 88 porções de cocaína, 24 de MDMA, 155 unidades de LSD, 122 comprimidos de ecstasy, 175 gramas de skunk, cigarros eletrônicos com THC e até um litro de “lolo”, substância conhecida pelo efeito alucinógeno e altamente tóxica, feita à base de clorofórmio e éter.

O responsável pelo estabelecimento e o motociclista foram detidos em flagrante. Ambos foram levados à Central de Plantão Policial para os procedimentos legais.

A Polícia Militar destacou que o caso revela a sofisticação com que alguns criminosos têm operado, escondendo atividades ilícitas atrás de fachadas comerciais para dificultar a identificação e escapar da fiscalização.

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O local, que aparentava vender apenas açaí, possuía um fluxo constante de entrada e saída, o que levantou suspeitas da inteligência. O trabalho da PM agora continua com o objetivo de identificar outros possíveis envolvidos no esquema.

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