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Pit bull é sacrificado após invadir casa e matar cachorro em SC; dono se revolta e desafia policiais: “vem atirar em mim”

O tutor do animal revoltou-se após a morte do pit bull e fez postagens nas redes sociais em tom de desafio contra a polícia. Em uma delas, escreveu: “Covardia, porque não vêm dar tiro em mim?”

Pit bull é sacrificado após invadir casa e matar cachorro em SC; dono se revolta e desafia policiais: “vem atirar em mim”
Foto: Reprodução
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Na noite de sexta-feira (15), um pit bull causou tumulto em Balneário Gaivota, no Sul de Santa Catarina, após escapar de casa, atacar pessoas, invadir uma residência e matar um cachorro de pequeno porte. A Polícia Militar foi acionada e, diante da gravidade da situação, o animal acabou sendo sacrificado a tiros para evitar novas agressões.

O ataque

Moradores relataram que o pit bull avançou contra pessoas na rua e entrou no pátio de uma casa, onde matou um cão que estava com a família. A cena foi descrita como “terrível de assistir” por testemunhas. Comentários nas redes sociais relatam que ataques semelhantes já teriam ocorrido em outras regiões próximas, envolvendo cães soltos da mesma raça.

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Reação do dono

O tutor do animal revoltou-se após a morte do pit bull e fez postagens nas redes sociais em tom de desafio contra a polícia. Em uma delas, escreveu: “Covardia, porque não vêm dar tiro em mim?” acompanhado da hashtag #eternograndão, em referência ao cachorro morto. Em outra publicação, afirmou que o animal foi morto com “quatro tiros na cabeça” e chamou a ação da PM de “muita covardia”.

Além disso, o homem já havia compartilhado fotos com mensagens de apologia ao crime, como uma imagem em que aparece armado e encapuzado ao lado de uma moto com a frase: “Amor é besteira, o negócio é crime”. As publicações chamaram a atenção da comunidade e aumentaram a polêmica em torno do caso.

Debate sobre responsabilidade

O episódio reacendeu a discussão sobre a responsabilidade de tutores de cães de grande porte. Especialistas ressaltam que a falta de contenção, educação e cuidados adequados pode gerar riscos graves à população. Em Santa Catarina, a Lei 14.204/2007, recentemente regulamentada, estabelece normas sobre a criação, venda e circulação de animais perigosos, como os pit bulls.

Clima de tensão

Enquanto moradores pedem mais rigor e responsabilização dos tutores, o caso segue repercutindo nas redes sociais. Muitos defendem que a ação da polícia foi necessária para proteger vidas, enquanto o dono do cachorro insiste em acusar a corporação de abuso. A Polícia Militar não detalhou oficialmente o procedimento, mas reforça que a prioridade em ocorrências desse tipo é garantir a segurança da comunidade.

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