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O que se sabe até o momento sobre o corpo esquartejado encontrado dentro de malas em Florianópolis

Durante a averiguação, os policiais constataram uma verdadeira cena de horror, sendo a existência de uma mala maior contendo o tronco da vítima, além de uma maleta menor e uma sacola plástica, onde estava a cabeça.

O que se sabe até o momento sobre o corpo esquartejado encontrado dentro de malas em Florianópolis
Foto: Reprodução
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As investigações sobre o corpo encontrado esquartejado em malas, em Florianópolis (SC), avançaram com novos esclarecimentos repassados pela Polícia Civil. O caso segue em apuração e, até o momento, a vítima não foi identificada.

Segundo o delegado Alex Bonfim, a Polícia Civil foi acionada pelo Corpo de Bombeiros após um bombeiro civil que caminhava pela região perceber um objeto suspeito próximo à faixa de areia. Ao se aproximar, ele encontrou uma mala e comunicou imediatamente as autoridades, o que levou ao deslocamento das equipes ao local.

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Durante a averiguação, os policiais constataram a existência de uma mala maior contendo o tronco da vítima, além de uma maleta menor e uma sacola plástica, onde estava a cabeça. A forma como os objetos estavam dispostos levou os investigadores a afastar, de maneira inicial, a hipótese de que tenham sido levados até ali pela maré. A avaliação preliminar indica que as malas foram transportadas e deixadas propositalmente no local, ficando apenas em contato com a água posteriormente.

De acordo com o delegado, trata-se do corpo de um homem, conforme as informações obtidas até o momento.

Ainda não é possível afirmar há quanto tempo a vítima estava morta nem qual foi a causa da morte. O estado avançado de decomposição limita, neste momento, a identificação de lesões ou do instrumento utilizado no crime. Essas respostas dependem da conclusão dos exames conduzidos pela Polícia Científica, que segue analisando os vestígios recolhidos no local.

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A Polícia Civil também trabalha com diferentes possibilidades sobre o momento em que o corpo foi deixado na área, já que o estado de conservação pode indicar tanto que a vítima tenha sido morta dias antes quanto que o descarte tenha ocorrido logo após o crime. A confirmação desse ponto também depende do laudo pericial.

O delegado reforçou o pedido de colaboração da população, destacando que qualquer informação pode ser repassada de forma anônima, sem necessidade de identificação.

Paralelamente, os investigadores iniciaram o cruzamento de dados com registros recentes de pessoas desaparecidas, na tentativa de chegar à identidade da vítima e avançar de forma mais objetiva nas investigações.

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A ocorrência segue em andamento e novas informações devem ser divulgadas conforme o avanço da perícia e da apuração policial.

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