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Mecânico de São João Batista é preso pela PMSC por estuprar menina com deficiência

João Vitor Pereira Baltazar foi condenado a 20 anos em regime fechado por estupro de vulnerável e preso dentro da própria loja de motos, no bairro Tajubá II. É o 33º preso por crime sexual no Vale do Rio Tijucas em 2026. A vítima é uma criança com deficiência.

Mecânico de São João Batista é preso pela PMSC por estuprar menina com deficiência
Foto: Reprodução
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A Polícia Militar cumpriu na tarde desta terça-feira um mandado de prisão contra um mecânico de 29 anos dentro da própria loja de motos que ele administrava, no bairro Tajubá II, em São João Batista. João Vitor Pereira Baltazar, natural da própria cidade, foi condenado a 20 anos de reclusão em regime fechado por estupro de vulnerável e estava com a prisão decretada quando a guarnição chegou ao estabelecimento.

A pena veio de uma condenação já transitada em julgado, ou seja, sem mais possibilidade de recurso. A decisão foi mantida em segunda instância e o mandado tem validade até 2045, o que dá a dimensão do peso da sentença aplicada pela Segunda Vara da Comarca de São João Batista.

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Segundo o relato da ocorrência, a guarnição tinha informação sobre o paradeiro do condenado e se deslocou até o endereço, onde localizou o homem no interior do próprio comércio. Diante do mandado em aberto, foi dada voz de prisão sem resistência, e ele foi encaminhado ao presídio de Tijucas.

A prisão marca mais um capítulo do enfrentamento que a PMSC vem fazendo a condenados por crimes sexuais na região. Com esta captura, chega a 33 o número de presos por estupro no Vale do Rio Tijucas nos seis primeiros meses de 2026, resultado do trabalho contínuo das guarnições e da Agência de Inteligência no rastreamento de foragidos e no cumprimento de mandados.

O crime que gerou a pena

O caso que originou a condenação envolve uma criança com deficiência auditiva. De acordo com a apuração que embasou o processo, os abusos eram cometidos de forma repetida, aproveitando a vulnerabilidade da vítima e a dificuldade que ela tinha de relatar o que vinha acontecendo.

A denúncia chegou depois que uma familiar percebeu mudanças no comportamento da menina e conseguiu, com dificuldade, que ela contasse o que sofria. Confrontado, o homem teria admitido os abusos, segundo consta no relato que chegou à polícia na época.

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Após a comunicação inicial, o Conselho Tutelar foi acionado para adotar as medidas de proteção à criança, e o boletim de ocorrência foi lavrado. O processo correu na Justiça até a condenação definitiva que resultou no mandado cumprido agora.

Com a prisão formalizada, o condenado permanece à disposição da Justiça para o cumprimento integral da pena em regime fechado. A ordem de prisão foi comunicada ao juízo responsável, conforme determina o mandado.

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