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Jovens desaparecidos na Grande Florianópolis foram mortos por facção, diz PMSC

Quatro jovens mineiros que desapareceram na Grande Florianópolis podem ter sido mortos após serem confundidos com integrantes de facção rival, segundo informações apuradas junto à inteligência da Polícia Militar de Santa Catarina.

Jovens desaparecidos na Grande Florianópolis foram mortos por facção, diz PMSC
Foto: Reprodução
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Novas informações obtidas com exclusividade pelo Jornal Razão junto a fontes ligadas à Polícia Militar de Santa Catarina indicam que os quatro jovens mineiros desaparecidos na Grande Florianópolis podem ter sido assassinados após serem identificados – ou confundidos – como integrantes ou simpatizantes de uma facção criminosa rival.

Segundo as informações preliminares, Bruno Máximo da Silva, 28 anos, Daniel Luiz da Silveira, 28, Guilherme Macedo de Almeida, 20, e Pedro Henrique Prado de Oliveira, 19, teriam sido mortos por integrantes do PGC (Primeiro Grupo Catarinense), facção com forte atuação em Santa Catarina. Os corpos, conforme o relato, teriam sido enterrados em local ainda desconhecido, num suposto ‘cemitério da facção’.

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As mesmas fontes apontam que o grupo teria sido identificado ou confundido como ligado ao PCC, facção originária de São Paulo e com atuação também em Minas Gerais. A suspeita é de que gestos feitos em fotos e vídeos publicados em redes sociais, como o sinal conhecido como “Tudo 3”, interpretado no meio criminoso como referência ao PCC, possam ter contribuído para o desfecho trágico.

Familiares sempre afirmaram que os jovens estavam em Santa Catarina exclusivamente em busca de trabalho, sem qualquer envolvimento com o crime. Comentários de parentes reforçam que tatuagens ou gestos em fotos não indicam histórico criminal, e que eles não tinham passagens pela polícia.

O desaparecimento simultâneo ocorreu na madrugada do dia 28, em São José, na Grande Floripa. O último contato confirmado foi por volta da meia noite, quando Pedro convidou um amigo para ir a um bar no Centro de Florianópolis. Horas depois, câmeras de segurança registraram três deles caminhando em frente ao prédio onde moravam. Em seguida, o imóvel foi encontrado aberto. Nenhum voltou. Nenhum atendeu telefone. Nenhum deu notícia.

Desde o início, a Polícia Militar de Santa Catarina atuou no registro do caso por meio do SOS Desaparecidos, com rápida mobilização e repasse das informações. A Polícia Civil segue com a investigação formal, apurando a veracidade das informações e trabalhando para localizar o possível local onde os corpos teriam sido ocultados.

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Até o momento, não houve confirmação oficial de localização de corpos.

As famílias seguem cobrando respostas, enquanto as forças de segurança intensificam os trabalhos para esclarecer o que aconteceu naquela madrugada. Novas atualizações devem ser divulgadas conforme o avanço das investigações oficiais.

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