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Jovem satanista ataca moradores de Tijucas, oferece “vagas de emprego” e convoca invasão de escola

Uma jovem transexual que se identifica como “satânica” está na mira das autoridades após uma série de vídeos publicados nas redes sociais. Gustavo Linzz, que se apresenta como Gaby Linzz em algumas plataformas, gravou mensagens convocando “de 100 a 200 pessoas” para invadir uma escola em Tijucas. Segundo ela, o objetivo seria “fazer justiça” pelas … Ler mais

Jovem satanista ataca moradores de Tijucas, oferece “vagas de emprego” e convoca invasão de escola
Foto: Reprodução
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Uma jovem transexual que se identifica como “satânica” está na mira das autoridades após uma série de vídeos publicados nas redes sociais.

Gustavo Linzz, que se apresenta como Gaby Linzz em algumas plataformas, gravou mensagens convocando “de 100 a 200 pessoas” para invadir uma escola em Tijucas. Segundo ela, o objetivo seria “fazer justiça” pelas denúncias feitas por uma mãe contra uma professora da Escola Manoel dos Anjos, caso que já está sob investigação da Polícia Civil.

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Nos vídeos, Gaby aparece exaltada e afirma que tem o apoio de milhares de pessoas. Em um dos trechos, diz: “Se a gente vai em cem pessoas, por que a gente não vai poder entrar em uma escola? As nossas crianças estão lá dentro, então por que a gente não vai?”.

Em outro momento, a jovem afirma que quer formar um grupo político para “controlar o sistema” em Tijucas. “Eu preciso saber quem está disposto a ser prefeito, vereador, a trabalhar na secretaria. Preciso de pessoas no gatilho que já vão entrar lá dentro do sistema pra gente controlar”, declara.

As falas chamaram atenção pela gravidade e pelo tom de incitação. Em meio aos vídeos, Gaby ainda diz estar sendo vítima de uma “tentativa de homicídio”, e que por isso não poderia estar em Tijucas. Apesar disso, insiste na ideia de mobilizar pessoas e tomar o poder na cidade.

“Se ninguém se dispor a fazer parte da política de Tijucas, eu vou. Eu ensino o que é senso moral, o que é fazer justiça pelas crianças”, diz em outro trecho.

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As publicações se espalharam rapidamente em grupos de WhatsApp e redes sociais da região. Pais e moradores demonstraram preocupação com o teor das falas, que já foi denunciada aos órgãos competentes.

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