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Idoso perde R$ 100 mil no “golpe do bilhete premiado” em SC e quadrilha é alvo de operação no RS

O crime aconteceu em 20 de maio deste ano em Xaxim. A Operação Vulpini, deflagrada na manhã desta sexta-feira (10), cumpriu dois mandados de prisão e quatro de busca em Passo Fundo (RS). Fotos: PCSC

Idoso perde R$ 100 mil no “golpe do bilhete premiado” em SC e quadrilha é alvo de operação no RS
Foto: Reprodução
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A conversa começou com a promessa de dinheiro fácil. Do outro lado da linha, alguém garantia ao idoso de 74 anos que havia um bilhete de loteria premiado esperando para ser sacado, faltava só uma ajuda para liberar o prêmio, e ele teria direito a uma parte. Acreditando na história, o aposentado foi fazendo transferência atrás de transferência até somar um prejuízo de R$ 100 mil. Só que o prêmio nunca existiu.

O caso, ocorrido em 20 de maio deste ano em Xaxim, no Oeste catarinense, deu origem à Operação Vulpini, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (10), para desarticular uma organização criminosa especializada em estelionato. A ação partiu da Delegacia de Polícia da Comarca de Xaxim, responsável pela investigação desde o registro do golpe.

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Como o golpe aconteceu

Conforme a Polícia Civil, os criminosos convenceram a vítima de que tinham em mãos um bilhete de loteria premiado, mas alegaram precisar de dinheiro para conseguir sacar o valor. Confiando que receberia parte do prêmio, o idoso realizou diversas transferências bancárias, acumulando o prejuízo de R$ 100 mil.

A partir da denúncia, a delegacia iniciou as investigações e, com apoio das forças de segurança do Rio Grande do Sul, identificou os suspeitos. Segundo a corporação, todos já são conhecidos pela prática de golpes semelhantes no estado gaúcho.

A operação

A ofensiva foi cumprida em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, onde os investigados moram. No total, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão. Durante a ação, os policiais também bloquearam valores em contas bancárias ligadas ao grupo e apreenderam objetos que devem auxiliar na continuidade das investigações.

O nome escolhido para a operação não foi por acaso. Vulpini faz referência ao termo científico relacionado às raposas. De acordo com a polícia, a escolha simboliza a forma de atuação dos estelionatários, que se apresentam como pessoas confiáveis para enganar as vítimas e obter vantagens financeiras.

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As investigações seguem em andamento.

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