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Homens compram anéis de “ouro” pela internet, mas bijuteria vira flagrante e vendedor é preso em SC

O veredito do joalheiro foi seco. De ouro, o anel não tinha nada. Foto: PMSC / Criada por IA

Homens compram anéis de “ouro” pela internet, mas bijuteria vira flagrante e vendedor é preso em SC
Foto: Reprodução
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Quem procura ouro barato na internet costuma achar outra coisa. Em Ipumirim, no Oeste catarinense, dois compradores aprenderam a lição na prática: pagaram por anéis vendidos como peças de ouro e levaram para casa pura bijuteria. A história terminou com o vendedor preso por suspeita de estelionato na noite de segunda-feira (15).

Conforme a Polícia Militar, tudo começou em anúncios espalhados pelo Facebook e pelo WhatsApp. As duas vítimas morderam a isca, fecharam negócio e só foram perceber que algo estava errado quando decidiram repetir a dose. Antes de comprar mais um anel do mesmo vendedor, um deles teve a ideia que mudou o rumo da história: levou uma das peças a uma joalheria para avaliação.

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O veredito do joalheiro foi seco. De ouro, o anel não tinha nada.

A armadilha que virou flagrante

Em vez de engolir o prejuízo, os compradores resolveram virar o jogo. Marcaram uma nova negociação, agora por outro anel, e avisaram a Polícia Militar para que a guarnição estivesse de prontidão. A “venda” combinada virou flagrante.

No ponto marcado, os policiais abordaram o vendedor e deram voz de prisão. Segundo a PM, ele resistiu, e foi preciso recorrer a técnicas de contenção. Na confusão, um policial militar acabou com lesões leves nas mãos.

Para fechar a noite de azar do suspeito, a polícia ainda encontrou pendências no veículo. De acordo com a corporação, ele dirigia sem habilitação e com o licenciamento vencido. Ao final, o homem foi conduzido à delegacia para os procedimentos cabíveis.

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Não caia nessa

O golpe do falso ouro vendido pela internet tem um roteiro repetido: foto bonita, preço tentador e pressa para fechar negócio. Para não entrar na lista de vítimas, vale desconfiar de valores muito abaixo do mercado, cobrar nota fiscal, checar o histórico de quem está vendendo e, principalmente, levar qualquer peça a uma joalheria de confiança antes de pagar.

Em Ipumirim, foi justamente esse cuidado que separou quem só perdeu dinheiro de quem ainda foi parar na delegacia.

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