Um caso pra lá de inusitado movimentou a Polícia Civil de Santa Catarina. Um homem procurou a delegacia para registrar um boletim de ocorrência contra uma prostituta alegando ter sido “lesado” durante um programa que, segundo ele, terminou antes do tempo combinado.
O cliente contou aos policiais que pagou R$ 200 por uma hora de atendimento, mas que o encontro durou pouco mais de 30 minutos. Ele afirmou que a mulher teria ficado “com pressa” para atender outro cliente e encerrou o programa antes do previsto.
Insatisfeito, o homem decidiu procurar a delegacia para “reclamar” do ocorrido. De acordo com o relato, ele disse que não recebeu os “serviços prometidos” e que se sentiu enganado pela profissional.
A Polícia Civil registrou o boletim de ocorrência como desacordo comercial, explicando que o caso não se enquadra em crime, já que envolve um serviço não reconhecido legalmente. O homem foi orientado a buscar seus direitos pela via cível, se quisesse insistir na queixa.
O episódio gerou comentários nas redes sociais da região, com internautas ironizando o caso e dizendo que o cliente “quis garantia de satisfação”.
FONTE: WH Comunicações (wh3.com.br)























