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GM de Chapecó aborda 28 pessoas em situação de rua e encaminha 20 para acolhimento voluntário

Conforme a Prefeitura, a operação percorreu terreno baldio, rodoviária, praças e escolas em parceria com Resgate Social, Mão Amiga e Acolher Amigo. Fotos: Prefeitura de Chapecó

GM de Chapecó aborda 28 pessoas em situação de rua e encaminha 20 para acolhimento voluntário
Foto: Reprodução
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Um terreno baldio na Rua Marechal Floriano Peixoto, no bairro São Pedro, foi o primeiro ponto que as equipes percorreram logo cedo. A partir dali, a Guarda Municipal de Chapecó espalhou uma operação de acolhimento por diferentes cantos da cidade, e o resultado do dia foi expressivo: das 28 pessoas abordadas, 20 aceitaram, por conta própria, deixar as ruas e seguir para programas de assistência social.

A ação faz parte de uma operação de acolhimento voltada a pessoas em situação de vulnerabilidade social e foi conduzida em parceria com o Resgate Social, o Programa Mão Amiga e o Acolher Amigo. As abordagens aconteceram em pontos escolhidos a partir de denúncias sobre aglomeração de pessoas em situação de vulnerabilidade, com atendimento distribuído ao longo de todo o dia.

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Onde a operação passou

Pela manhã, além do terreno baldio no São Pedro, as equipes atuaram na região do Terminal Rodoviário de Chapecó. Foram 20 pessoas abordadas nesse primeiro turno. Desse grupo, 16 estavam em situação de rua, e 14 aceitaram o encaminhamento voluntário para os serviços de acolhimento. Outras quatro pessoas tinham residência na região, foram identificadas pelas equipes e liberadas ali mesmo.

À tarde, o trabalho se concentrou na Região Oeste, nos bairros Efapi e CSF, em áreas próximas a parques, praças e escolas. Nesse período, outras oito pessoas passaram pela abordagem. Seis aceitaram ser encaminhadas aos serviços assistenciais, enquanto duas foram liberadas após a identificação.

Por que esses locais

Segundo a Prefeitura de Chapecó, a escolha dos locais não foi aleatória. Além das denúncias sobre concentração de pessoas em situação de vulnerabilidade, pesou a necessidade de prevenir furtos ao patrimônio público em áreas de grande circulação.

O objetivo declarado da iniciativa vai além da retirada das pessoas das ruas. De acordo com a prefeitura, a operação busca ampliar o acesso desse público aos serviços de assistência social e saúde, oferecendo acolhimento e oportunidades de reinserção social. Ao mesmo tempo, a administração aposta que a presença das equipes ajuda a preservar os espaços públicos e a reforçar a sensação de segurança onde há bastante movimento de gente.

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Ação integrada e voluntária

Na prática, a operação funciona de forma integrada. Guarda Municipal, Resgate Social, Programa Mão Amiga e Acolher Amigo trabalham juntos para identificar quem está em situação de vulnerabilidade, oferecer atendimento humanizado e, sempre respeitando a decisão de cada um, encaminhar essas pessoas aos serviços disponíveis no município.

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