Uma estrutura utilizada para o cultivo de maconha foi localizada pela Polícia Militar na noite de terça-feira (10) em uma área de mata no bairro Pantanal, em Florianópolis. A descoberta ocorreu após denúncias indicando que um imóvel de difícil acesso estaria sendo utilizado para a produção e armazenamento da droga.
De acordo com a corporação, equipes realizaram diligências até o endereço informado e, durante a aproximação, perceberam um odor característico associado à maconha. Na sequência, os policiais iniciaram a averiguação no imóvel.
Durante a ação, foram encontrados diversos pés de maconha em desenvolvimento, além de uma estrutura montada para favorecer o crescimento das plantas. No local também foram apreendidos insumos e equipamentos utilizados para controle do ambiente, incluindo dispositivos de ventilação e outros mecanismos voltados ao cultivo controlado.
Segundo a Polícia Militar, o imóvel apresentava características compatíveis com uma estufa destinada exclusivamente à produção da droga. Todo o material localizado foi recolhido e encaminhado para a Central de Plantão Policial.
Os procedimentos legais ficaram sob responsabilidade da Polícia Civil, que dará continuidade às investigações. Até o momento, a Polícia Militar não informou se houve prisões relacionadas à ocorrência.
Defesa esclarece situação de cultivo medicinal de cannabis em Florianópolis
A defesa da pessoa envolvida na ocorrência registrada no bairro Pantanal, em Florianópolis, encaminhou esclarecimentos sobre a apreensão de plantas de Cannabis sativa realizada durante uma ação policial.
Segundo os advogados, o cultivo tinha finalidade exclusivamente terapêutica e era realizado com autorização judicial regularmente concedida ao paciente. De acordo com a defesa, após a apresentação da documentação e a verificação da legalidade da situação, foi determinada a devolução integral das plantas e demais itens apreendidos.
Ainda conforme os advogados, todo o material foi restituído em menos de 24 horas, permitindo a continuidade do tratamento sem interrupções. A defesa destaca que a pessoa envolvida não praticava atividade ilícita e solicitou a atualização das informações inicialmente divulgadas sobre o caso, a fim de refletir o desfecho da ocorrência após a comprovação da autorização judicial para o cultivo medicinal.























