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Encontrado desacordado, bebê de três meses morre em abrigo de Criciúma; caso é investigado

Criança foi localizada sem reação durante a madrugada em uma instituição de acolhimento. Equipes de emergência tentaram reanimá-la, mas o óbito foi confirmado no local. Ministério Público e Polícia Civil apuram as circunstâncias da morte. Foto: Ilustração Pexels

Encontrado desacordado, bebê de três meses morre em abrigo de Criciúma; caso é investigado
Foto: Reprodução
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A morte de um bebê de apenas três meses em uma instituição de acolhimento de Criciúma está sendo investigada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). O caso ocorreu na madrugada entre segunda e terça-feira (25 e 26 de maio) e mobilizou equipes de emergência, forças de segurança e órgãos de fiscalização.

De acordo com as informações preliminares, o bebê foi encontrado desacordado por volta da 1h da madrugada dentro da instituição. Equipes de socorro e policiais militares foram acionados imediatamente e realizaram manobras de reanimação, mas a criança não respondeu aos procedimentos. O óbito foi confirmado pouco depois. A suspeita inicial é de obstrução das vias aéreas, mas a causa da morte ainda será confirmada por exames periciais.

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Diante da gravidade do caso, a 8ª Promotoria de Justiça da Comarca de Criciúma instaurou um Inquérito Civil para apurar as circunstâncias da ocorrência. As informações também foram encaminhadas à Polícia Civil, que conduz investigação paralela para esclarecer o que aconteceu.

O promotor de Justiça Marcos De Martino solicitou uma série de informações à instituição de acolhimento e ao Município de Criciúma. A intenção é reunir elementos que permitam compreender todos os detalhes envolvendo o atendimento prestado à criança e os procedimentos adotados pela entidade.

A análise do Ministério Público ocorrerá após a conclusão do inquérito policial e da emissão do laudo da Polícia Científica, que deverá apontar a causa da morte. Com base nos resultados das investigações, poderão ser adotadas medidas judiciais ou extrajudiciais, caso sejam consideradas necessárias.

Por envolver uma criança e estar em fase de apuração, o procedimento tramita sob sigilo.

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