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Empresária e mais dois são denunciados por morte e esquartejamento de corretora em Florianópolis

Segundo o Ministério Público, grupo teria dopado a vítima, roubado bens e descartado restos mortais em diferentes locais/ IMAGEM ILUSTRATIVA

Empresária e mais dois são denunciados por morte e esquartejamento de corretora em Florianópolis
Foto: Reprodução
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O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) denunciou três pessoas investigadas pela morte de uma corretora gaúcha em Florianópolis, crime ocorrido no dia 3 de março. Entre os denunciados estão uma empresária, um homem e outra mulher, apontados pela 35ª Promotoria de Justiça da Capital como supostos autores dos crimes de latrocínio, ocultação de cadáver e corrupção de menor.

Segundo a denúncia apresentada pelo MPSC nesta sexta-feira (22), o grupo teria atuado em conjunto, com divisão de funções durante a execução do crime. Conforme a acusação, uma das mulheres teria preparado e administrado substâncias sedativas na vítima para impedir qualquer reação. Já a empresária denunciada é apontada como responsável pela etapa mais violenta da ação, causando lesões que resultaram na morte da corretora.

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Ainda de acordo com o Ministério Público, o homem e a outra mulher teriam participado prestando apoio material, vigilância e auxílio durante o crime.

Após a morte da vítima, os denunciados teriam roubado diversos bens, incluindo aparelhos eletrônicos, veículo, cartões bancários e dados pessoais. Conforme a investigação, os materiais e informações teriam sido usados posteriormente para compras e obtenção de vantagem financeira.

A denúncia também aponta que, na sequência, o homem teria esquartejado o corpo da vítima, contando com apoio logístico das duas mulheres investigadas. O grupo ainda teria participado do transporte e descarte dos restos mortais em diferentes pontos, além de envolver um adolescente nas ações criminosas.

O documento foi protocolado na tarde desta sexta-feira e ainda aguarda análise da Justiça. Caso seja recebida, a denúncia será encaminhada para uma das Promotorias Criminais da Capital, e os três investigados passarão à condição de réus em ação penal.

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A apuração do caso foi conduzida pela Delegacia de Roubos e Antissequestro da DEIC, da Polícia Civil de Santa Catarina.

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