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“Não quis matar ela”: morador de São João Batista conta como sobreviveu a ataque de pitbull

Morador sobrevive a ataque de pitbull em São João Batista e ainda salva o animal de se afogar após jogá-lo na piscina.

“Não quis matar ela”: morador de São João Batista conta como sobreviveu a ataque de pitbull
Foto: Reprodução
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O morador atacado por um pitbull em São João Batista (SC) decidiu contar sua versão completa ao Jornal Razão. Além de conter o animal apenas com as próprias mãos, ele ainda salvou a vida da cachorra, que quase morreu afogada ao cair na piscina. O caso aconteceu na última sexta-feira (27) e repercutiu nas redes sociais.

Segundo o relato, ele foi até os fundos de uma casa para buscar uma das cadeiras que havia ganhado de um amigo. No momento em que retornava, o portão da residência abriu e o pitbull saiu em disparada em sua direção. A cena foi rápida, mas ele teve reflexo: tentou usar a cadeira para contê-lo, mas o cão avançou.

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Capa do vídeo do YouTube

“Ela me deu uma pegada na coxa, eu engravatei ela. Podia ter enforcado ali até matar, mas não quis. Não era culpa do dono, foi uma fatalidade”.

Durante a luta, o homem conseguiu dominar o pitbull e, para garantir que o ataque não continuasse, jogou o animal dentro da piscina da casa. Foi quando percebeu que o cão, desorientado, começou a se afogar.

“Ela ficou batendo, não conseguia sair, a borda era lisa”

Ao perceber o risco de afogamento, ele ainda buscou uma tábua e empurrou o animal até a escada da piscina.

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“Quando vi que ela tirou a parte da frente da piscina, aí fechei o portão e fiquei acompanhando. Graças a Deus, deu tudo certo”, relatou.

Apesar de ter sofrido algumas mordidas e arranhões, o homem saiu da situação com ferimentos leves. Para ele, tudo não passou de um grande susto.

“Tenho uma pitbull aqui também, caminho com ela todos os dias, então usei a mesma técnica, desviando, jogando a mão para um lado e outro. Felizmente, deu certo.”

O caso serve como alerta sobre os cuidados com portões, trancas e circulação de animais, especialmente em locais residenciais. Ainda segundo o morador, não houve culpa por parte dos donos.

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“É coisa que acontece do nada. A cachorra sempre tá presa, mas deu um azar”

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