O delegado Eduardo Ferraz, da Delegacia do Consumidor do DEIC (Diretoria Estadual de Investigações Criminais), entrou em contato com a redação do Jornal Razão na noite deste sábado (19) para esclarecer informações sobre o caso envolvendo um casal de Balneário Camboriú que havia sido atendido com suspeita de intoxicação por metanol.
Segundo o delegado, a hipótese de contaminação por metanol foi oficialmente descartada após as análises iniciais. “Quanto ao caso de metanol em BC, só para informar que já foi descartado”, afirmou Ferraz, destacando que o DEIC acompanha as ocorrências em conjunto com outros órgãos estaduais e federais.
O delegado reforçou que o objetivo do contato é evitar alardes desnecessários sobre possíveis casos de contaminação em Santa Catarina. “Estamos acompanhando os casos com outros órgãos, mas não há confirmação de intoxicação por metanol no estado até o momento”, acrescentou.
O Jornal Razão reforça que preza pela transparência e responsabilidade na divulgação das informações, razão pela qual optou por noticiar a suspeita inicial, uma vez que os próprios laudos preliminares e relatos médicos levantaram indícios compatíveis com intoxicação por metanol. A suspeita foi mencionada de forma clara como investigação em andamento, e agora é devidamente atualizada conforme os novos esclarecimentos oficiais.
O caso ganhou repercussão após o casal ter sido encaminhado ao Hospital Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú, com sintomas como tontura, dor de cabeça e mal-estar após consumir uma bebida identificada como Olden Wack Gold, comprada em uma conveniência da cidade.
A Polícia Civil segue acompanhando o caso para fins de verificação e controle de qualidade do produto, mas não há indícios de adulteração confirmados até o momento.
O DEIC reforça que está atento a possíveis casos suspeitos no estado e que todas as denúncias são apuradas em parceria com o Ministério da Agricultura e a Vigilância Sanitária, garantindo segurança e transparência à população.























