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Criança pega martelo para se defender de presidiário que “mexeu com ela” em SC; VÍDEO

Custodiado da Penitenciária da Região de Curitibanos exercia trabalho externo em convênio com a Prefeitura de Santa Cecília quando foi acusado de assediar uma menor de idade e agredido por populares.

Criança pega martelo para se defender de presidiário que “mexeu com ela” em SC; VÍDEO
Foto: Reprodução
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Um vídeo que viralizou nas redes sociais mostra uma criança segurando um martelo para se defender de um presidiário acusado de tê-la assediado em Santa Cecília, no Planalto Serrano de Santa Catarina. O caso aconteceu enquanto o custodiado exercia atividade de trabalho externo em convênio com a Prefeitura de Santa Cecília.

Conforme nota oficial da Secretaria de Estado de Justiça e Reintegração Social (SEJURI), o homem é custodiado da Penitenciária da Região de Curitibanos e estava em regime de trabalho externo quando foi acusado de assediar uma menor de idade. As imagens mostram que o pai da criança flagrou a ação e agrediu o presidiário no local.

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Nas imagens que viralizaram, é possível ver o custodiado caído no chão, ainda vestindo o uniforme do sistema prisional, após ser agredido por populares. Em outro momento do vídeo, a criança aparece segurando um martelo, que teria pegado para se defender do homem.

ASSISTA AO VÍDEO

Nota oficial

A SEJURI, por meio da Polícia Penal de Santa Catarina, confirmou que todas as providências legais, administrativas e de segurança foram adotadas. A Polícia Penal acompanha o caso e colabora com as autoridades responsáveis pela apuração.

A secretaria informou ainda que um procedimento administrativo interno será instaurado para apurar todas as circunstâncias da ocorrência. Por envolver menor de idade e por razões de segurança, a SEJURI não divulgou mais detalhes.

Repercussão

O vídeo viralizou nas redes sociais e gerou forte repercussão, com milhares de compartilhamentos. O caso reacendeu o debate sobre a concessão de trabalho externo a presos em regime semiaberto e sobre os critérios de supervisão adotados nos convênios com prefeituras catarinenses.

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O caso segue sendo apurado pelas autoridades policiais e pela Polícia Penal de Santa Catarina.

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