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Cliente que devia R$ 100,00 tenta matar dona de boate com marteladas na cabeça em SC

Assim que entrou no estabelecimento, ele passou a atacar a dona da boate com marteladas na cabeça e nas costas. Uma funcionária que tentou intervir também foi agredida e sofreu ferimentos no rosto.

Cliente que devia R$ 100,00 tenta matar dona de boate com marteladas na cabeça em SC
Foto: Reprodução
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Uma dívida de apenas R$ 100 terminou em um ataque brutal dentro de uma boate em Timbó (SC), no Vale do Itajaí, e quase acabou em morte. A ocorrência foi registrada por volta das 4h30 da madrugada desta quinta-feira (18) e é tratada pela polícia como tentativa de homicídio doloso.

Segundo informações da Polícia Militar, Jardel Melo Martins, natural de Rio Negrinho (SC), estava no estabelecimento como cliente quando iniciou uma discussão verbal com a dona da boate. O desentendimento envolvia uma cobrança de R$ 100, valor que chegou a ser pago ainda durante a confusão inicial.

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Mesmo assim, o grupo deixou o local e, pouco tempo depois, Jardel Melo Martins retornou sozinho, usando capuz e armado com um martelo. Assim que entrou no estabelecimento, ele passou a atacar a dona da boate com marteladas na cabeça e nas costas. Uma funcionária que tentou intervir também foi agredida e sofreu ferimentos no rosto.

Testemunhas relataram momentos de pânico, com o agressor tentando atingir outras pessoas que estavam no local.

O Corpo de Bombeiros socorreu as duas vítimas, que foram encaminhadas ao hospital em estado grave. Posteriormente, houve informação de que ambas precisaram ser intubadas devido à gravidade dos ferimentos.

Após o ataque, Jardel Melo Martins fugiu em um Chevrolet Onix. A Polícia Militar realizou buscas durante todo o dia seguinte e, na manhã desta sexta-feira (19), localizou o veículo na BR 470, em Ascurra (SC).

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O autor foi abordado e preso. Dentro do carro, os policiais encontraram dois martelos com vestígios de sangue, que foram apreendidos. O veículo usado na fuga também foi recolhido. Jardel Melo Martins foi levado à delegacia de Timbó e permanece à disposição da justiça. O caso segue em investigação e reforça a gravidade de uma violência extrema motivada por um valor irrisório.

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