Um homem de aproximadamente 40 anos morreu na tarde desta quinta-feira (2) dentro de um dos banheiros do Terminal de Integração do Centro (TICEN), no coração de Florianópolis, depois de sofrer uma parada cardiorrespiratória. O caso mobilizou bombeiros, socorristas do SAMU e a Polícia Militar em plena hora do rush, quando o terminal concentra o maior fluxo de passageiros do dia.
O primeiro chamado chegou à central do Corpo de Bombeiros Militar por volta das 17h55. Quem acionou o socorro relatou que a vítima estava sem sinais respiratórios e já apresentava alteração na coloração das extremidades, um sinal de gravidade que indica falta de circulação. A situação era tão crítica que a resposta começou antes mesmo de qualquer equipe chegar ao local.
Ainda com as viaturas a caminho, a central do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) conduziu o atendimento à distância. Por videochamada, os operadores orientaram funcionários do próprio terminal a iniciarem as manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP), na tentativa de ganhar os minutos que separam a vida da morte numa parada cardíaca.
Reanimação sem sucesso
Quando a primeira guarnição chegou, assumiu o atendimento e passou a usar equipamentos específicos: um desfibrilador externo automático (DEA) e um compressor torácico mecânico, aparelho que mantém as compressões no peito de forma contínua e padronizada. Logo em seguida, uma equipe de suporte avançado do SAMU, com médico a bordo, deu continuidade às manobras.
Apesar do esforço integrado entre CBMSC e SAMU, não houve reação. O óbito foi confirmado ainda dentro do terminal pelo médico responsável pelo atendimento.
A Polícia Militar de Santa Catarina também foi acionada e permaneceu no local para os procedimentos legais e o isolamento da área, enquanto o movimento seguia intenso no entorno do terminal.
Até o momento, a identidade da vítima não foi divulgada. Segundo informações preliminares repassadas pela Polícia Militar, trata-se de um homem em situação de rua. As circunstâncias que levaram à parada cardiorrespiratória ainda não foram esclarecidas, e o caso segue sob apuração.






















