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Três mortes em apenas 10 dias acendem alerta máximo para Influenza em Santa Catarina

Santa Catarina registra aumento preocupante de mortes e internações por Influenza em 2025. Autoridades reforçam necessidade urgente de vacinação e prevenção.

Três mortes em apenas 10 dias acendem alerta máximo para Influenza em Santa Catarina
Foto: Reprodução
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De janeiro a maio deste ano, Santa Catarina já contabilizou 126 mortes por Influenza, praticamente o dobro dos 66 óbitos registrados no mesmo período de 2024. Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) relacionados à gripe ultrapassaram a marca de mil notificações, um aumento de cerca de 20% em relação ao ano anterior.

Grupos mais vulneráveis

As autoridades de saúde alertam especialmente para dois grupos mais atingidos: idosos acima de 60 anos, que representam 46,8% dos casos graves, e crianças até quatro anos, correspondendo a 20,8% das notificações. Dos óbitos confirmados, 110 ocorreram em pacientes com mais de 50 anos.

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Baixa adesão à vacinação

A baixa adesão à campanha de vacinação é apontada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) como um dos principais fatores do avanço da doença. Até o momento, apenas 42,6% do público-alvo em Santa Catarina foi vacinado, índice considerado insuficiente para controlar a propagação do vírus.

Situação preocupante em São Miguel do Oeste

No município de São Miguel do Oeste, três mortes por Influenza foram registradas em apenas 10 dias, entre o final de junho e início de julho. As vítimas tinham idades entre 52 e 65 anos. Ao todo, 15 pacientes foram internados, e quatro necessitaram de atendimento em UTI. Cerca de 90% desses casos graves envolveram pessoas com doenças pré-existentes.

A cobertura vacinal local está ainda mais baixa que a média estadual, com apenas 40,28% da população imunizada. A Prefeitura reforça constantemente a importância da vacinação gratuita disponível nas unidades básicas de saúde.

Medidas preventivas recomendadas

Além da vacinação, são indicadas as seguintes práticas preventivas essenciais:

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  • Manter ambientes ventilados;
  • Usar máscara ao apresentar sintomas gripais;
  • Evitar contato próximo com pessoas com sintomas respiratórios;
  • Lavar frequentemente as mãos com água e sabão ou usar álcool gel;
  • Cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar;
  • Evitar tocar olhos, nariz e boca com as mãos não higienizadas;
  • Higienizar regularmente superfícies comuns;
  • Não compartilhar objetos pessoais.

Autoridades destacam que é essencial a conscientização coletiva e individual para proteger especialmente os grupos mais vulneráveis e conter o avanço da doença.

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