O arcebispo metropolitano de Chapecó, Dom Odelir José Magri, foi internado no domingo (27) após apresentar sintomas agravados de malária, doença que contraiu durante uma missão pastoral em Moçambique no mês passado. A internação ocorreu na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital da cidade, onde o religioso permanece sob observação.
Segundo informações atualizadas nesta terça-feira (29) pela Arquidiocese de Chapecó, Dom Odelir está consciente, orientado e seu estado de saúde é considerado estável. A equipe médica responsável acredita que ele poderá deixar a UTI nos próximos dois dias, caso o quadro siga evoluindo de forma positiva.
A hospitalização foi determinada após o arcebispo apresentar sintomas mais intensos da doença. Desde então, ele vem respondendo bem ao tratamento indicado para malária, infecção causada por protozoários transmitidos pela picada do mosquito Anopheles. O quadro clínico tem evoluído de forma considerada satisfatória pela equipe médica.
Desde que a internação foi divulgada, membros da comunidade católica da região têm se mobilizado em orações. Fiéis da Diocese de Chapecó organizaram vigílias e correntes de fé em prol da recuperação de Dom Odelir. Em nota oficial, a Arquidiocese também se manifestou, agradecendo pelas manifestações de apoio. “Senhor, fonte de toda cura e amor, nós vos pedimos pela saúde do nosso querido arcebispo…”, diz um trecho do comunicado.
A Arquidiocese de Chapecó informou que as atualizações sobre o estado de saúde do arcebispo estão sendo feitas exclusivamente por meio de notas públicas. Até o momento, não há uma previsão oficial para a alta hospitalar, mas a expectativa dos médicos é considerada otimista.
Dom Odelir Magri, membro dos missionários Combonianos (MCCJ), também ocupa atualmente a presidência do Regional Sul 4 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que representa as dioceses de Santa Catarina.



























