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Ao lado de Luisa Mell, prefeito Topázio anuncia “Hospital Veterinário Cão Orelha”, em Florianópolis

Prefeito Topázio Neto anuncia que o primeiro hospital veterinário público de Florianópolis vai se chamar Hospital Veterinário Municipal Cão Orelha, em homenagem ao cão morto na Praia Brava.

Ao lado de Luisa Mell, prefeito Topázio anuncia “Hospital Veterinário Cão Orelha”, em Florianópolis
Foto: Reprodução
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O prefeito de Florianópolis, Topázio Neto (PSD), anunciou que o primeiro hospital veterinário público da Capital vai se chamar Hospital Veterinário Municipal Cão Orelha. A declaração foi feita ao lado da ativista Luisa Mell, durante uma conversa registrada em vídeo e divulgada após a repercussão nacional do caso que resultou na morte do cão comunitário Orelha, na Praia Brava.

Segundo o prefeito, a decisão busca transformar a comoção gerada pelo crime em uma política pública permanente voltada à proteção animal, adoção e educação. O hospital deve ser o primeiro equipamento municipal do tipo em Florianópolis.

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Durante a fala, Topázio afirmou que o nome foi escolhido para que “Orelha nunca seja esquecido” e para que o caso sirva como um marco de mudança. Ele destacou que a cidade enfrenta uma realidade de abandono e sofrimento animal e que o novo hospital deve ampliar o atendimento veterinário e fortalecer a causa animal na Capital.

Luisa Mell, que acompanhou o anúncio, reforçou o pedido para que a população denuncie maus-tratos. Segundo ela, a mobilização popular foi essencial para que o caso viesse à tona. A ativista também afirmou que, sem as denúncias, outros crimes poderiam ter ocorrido. Para Luisa, apesar de considerar as leis ainda brandas, é fundamental que os responsáveis respondam pelos atos cometidos.

O anúncio ocorre no mesmo contexto em que a Polícia Civil avança na investigação da morte de Orelha. Em entrevista coletiva recente, a corporação confirmou que o cão morreu após pancadas na cabeça, que não existe vídeo da morte, e que um advogado e dois empresários foram indiciados por coação e ameaça a testemunhas, todos parentes dos adolescentes investigados.

O prefeito afirmou confiar no trabalho da polícia e defendeu que a punição seja exemplar. A investigação segue em andamento, enquanto o caso passa a influenciar diretamente decisões administrativas e políticas públicas voltadas à proteção animal em Florianópolis.

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