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“Soco na boca”: deputados bolsonaristas de SC trocam farpas nas redes sociais

Deputados Sargento Lima e Zé Trovão trocam acusações sobre ato em Joinville e escancaram racha na direita catarinense.

“Soco na boca”: deputados bolsonaristas de SC trocam farpas nas redes sociais
Foto: Reprodução
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Uma disputa pública entre dois nomes influentes da direita catarinense ganhou destaque nas redes sociais nesta segunda-feira (22). O deputado estadual Sargento Lima (PL) e o deputado federal Zé Trovão (PL) trocaram farpas sobre a autoria e a condução das manifestações marcadas para 3 de agosto, em Joinville.

A polêmica começou com uma publicação de Sargento Lima:

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“Se alguém pensar em usar nossa manifestação como palanque para 2026, já providencia o contato do dentista e deixa pronto. A direita já foi usada demais… quem vai retirar de lá sou eu.”

A fala foi vista como ameaça e provocou reação imediata de Zé Trovão, que respondeu com um vídeo nos stories do Instagram.

“Sargento, acho que você precisa sair deste mundo seu. Só por você já se colocar como organizador do evento, este evento já morreu”, disse o deputado federal.

Zé Trovão afirmou que o ato do dia 3 não tem dono e pertence ao povo. Para ele, a tentativa de “tomar para si” a mobilização compromete a legitimidade do evento.

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“Não há um proprietário na luta pelo Brasil. O brasileiro clama por quem está disposto a entregar a própria vida na luta pelas nossas liberdades.”

Nos comentários das postagens, a divisão ficou evidente. Muitos criticaram Lima por querer protagonismo e pelo tom autoritário.

“As ruas são nossas, do povo. Quem sempre fez volume nas ruas fomos nós”, escreveu uma internauta. Outro seguidor completou: “Tem muita gente que não tá pela causa, mas pra surfar na onda”.

Outros internautas pediram moderação. “É momento de união e não de discórdia”, comentou um seguidor. “A desunião da direita é impressionante”, disse outro.

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O embate expõe uma disputa por espaço na direita catarinense e nacional. Com Jair Bolsonaro ainda inelegível, figuras como Lima e Trovão tentam se destacar como herdeiros do movimento conservador.

Agora, resta saber se o povo vai às ruas no dia 3 ou se a guerra de egos vai esvaziar o movimento.

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