Lia tinha 11 meses e estava em tratamento por uma bronquiolite quando sofreu três paradas cardiorrespiratórias durante uma transferência hospitalar. A criança, filha de um policial militar de Balneário Camboriú, no Litoral Norte catarinense, ficou cerca de 19 minutos sem oxigenação em outubro de 2023, e o episódio resultou em encefalopatia hipóxico-isquêmica, uma lesão cerebral grave.
Antes do quadro, Lia nasceu em 2022 sem qualquer condição médica. Conforme a campanha “Sorriso da Lia”, lançada pela família na plataforma Vakinha, a menina passou por procedimentos delicados durante o agravamento e chegou a apresentar quadro extremamente grave.
Foram aproximadamente 60 dias de internação, sendo 45 deles em UTI. Mesmo diante das dificuldades, a criança vem demonstrando uma evolução considerada emocionante pela família.
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A evolução

Dois anos depois, Lia demonstra avanços expressivos. A criança não apresenta mais convulsões, voltou a se alimentar pela boca, teve a traqueostomia retirada e vem ganhando controle do próprio corpo. As conquistas são resultado de terapias intensivas e da dedicação diária da família.

O tratamento no México
Agora, os pais buscam uma nova etapa do tratamento: um procedimento com células-tronco no México, que pode acelerar a recuperação neurológica e melhorar a qualidade de vida da filha. O tratamento gira em torno de R$ 75 mil, sem contar passagens e estadia.
Até a última atualização, a vaquinha “Sorriso da Lia” arrecadou R$ 42.633,78 dos R$ 90 mil estabelecidos como meta.
Como ajudar
Quem quiser contribuir pode acessar a campanha pelo link vakinha.com.br/vaquinha/sorriso-da-lia. Atualizações sobre a evolução de Lia são publicadas no Instagram @sorrisodalia.























