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“Morro aqui mas não do 42 real”: moradora de Florianópolis desabafa sobre preços de Uber

Em tom bem-humorado e com sotaque manezinho, moradora gravou vídeo reclamando do valor cobrado para uma corrida curta até Barreiros, em São José, durante o período da Copa.

“Morro aqui mas não do 42 real”: moradora de Florianópolis desabafa sobre preços de Uber
Foto: Reprodução
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Uma corrida de Uber de R$ 42 por um trecho curto foi o que bastou para uma moradora de Florianópolis virar assunto nas redes sociais. Em tom de desabafo bem-humorado e com forte sotaque manezinho, ela gravou um vídeo reclamando do preço cobrado para sair do bairro onde estava até a região de Barreiros, em São José, na Grande Florianópolis, durante o período da Copa do Mundo.

A fala, gravada em primeira pessoa, mistura indignação e humor. Ela reclama no vídeo, antes de avisar que preferia esperar por uma corrida de moto, bem mais barata. “Eu vou morrer aqui, mas eu não dou quarenta e dois real de Uber não, dá licença. Eu fico aqui esperando a moto chegar a dez real”, completa.

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O vídeo viralizou pela combinação do sotaque típico da Ilha com a revolta cotidiana de quem se depara com tarifas dinâmicas nos aplicativos. Nos comentários, a brincadeira tomou conta, com seguidores trocando apelidos e expressões regionais em clima de deboche, no melhor estilo das interações manezinhas.

ASSISTA AO VÍDEO

Recado aos motoristas

Diante da repercussão, a própria autora do vídeo fez questão de esclarecer que a crítica não era direcionada aos motoristas de aplicativo. Ela reforçou que entende o trabalho da categoria e que sua indignação se referia ao valor cobrado pela plataforma, especialmente em períodos de alta demanda como o da Copa.

Segundo ela, a tarifa dinâmica acaba inflando o preço final das corridas justamente quando a procura aumenta, enquanto o repasse ao motorista nem sempre acompanha esse aumento. A moradora classificou como exagerado o valor para a distância que pretendia percorrer.

O caso ilustra um incômodo recorrente entre usuários de aplicativos de transporte em datas e eventos de grande movimentação, quando os preços sobem por conta da relação entre oferta e procura. A reclamação bem-humorada, no entanto, foi o que transformou o desabafo em conteúdo viral.

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