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Gato Caetano vira sensação ao passear de bicicleta com o tutor e chiar para cachorro em Florianópolis

Tutor Felipe Ferreira adotou o filhote há pouco mais de um mês e treina o gato para uma futura cicloviagem. Foto: Felipe Ferreira/Arquivo pessoal

Gato Caetano vira sensação ao passear de bicicleta com o tutor e chiar para cachorro em Florianópolis
Foto: Reprodução
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Um gato chamado Caetano virou sensação nas redes ao aparecer passeando de bicicleta no ombro do tutor pela Beira-mar Norte, em Florianópolis, fazendo caras e bocas para quem passava e até chiando para um cachorro na calçada.

De acordo com o Portal G1, o tutor é Felipe Ferreira, que adotou o filhote há pouco mais de um mês de uma vizinha. Caetano tem quatro meses e foi batizado em homenagem ao cantor Caetano Veloso. Nas imagens, o gato aparece apoiado nos ombros de Felipe, com os pelos balançando ao vento, observando o movimento da orla, virando a cabeça para acompanhar corredores e chiando durante a passagem de um cachorro.

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A ideia de Felipe é acostumar o gatinho aos passeios na rua para levá-lo junto em uma cicloviagem em breve.

“Quero muito levá-lo para uma próxima cicloviagem, talvez pelo Peru ou Bolívia. Tenho vontade de introduzir o caiaque na vida dele nos próximos meses”, contou.

O gosto pelas viagens vem de longe.

Felipe já pedalou de Florianópolis até Ushuaia, no extremo sul da Argentina, e neste ano fez uma nova viagem pela Carretera Austral, na Patagônia chilena. Foi lá, em Cerro Castillo, que ele se apaixonou por uma gata de mais ou menos quatro meses na hospedagem onde ficou. Voltou ao Brasil decidido a adotar um novo felino e tentar introduzi-lo aos passeios.

Para chegar até a Beira-mar, o treino começou aos poucos.

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“Primeiramente, eu o treinei dentro do condomínio onde moro. Usei brinquedos com penas para ele vir atrás, pedaços de bambu com folhas para despertar curiosidade e chamando pelo nome a cada segundo para que ele soubesse o nome dele”, explicou Felipe.

Para a segurança nas pedaladas, ele comprou uma mochila própria, com aberturas para as patas, a cauda e a cabeça, e uma guia costurada presa ao peitoral do animal.

“Caso ele caia, fica preso nessa guia”, disse. Caetano também já anda de stand up paddle, sempre com o peitoral, e caminha na rua.

Felipe completa com a própria experiência: começar por ruas desertas, acostumar o gato a ficar perto da água ainda no colo e repetir os pequenos passeios todos os dias.

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