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“O que aprender com isso, Karol”: bombeira lamenta após perder prova de promoção por minutos em SC

Bombeira militar e influenciadora, Karol Farias Rossafa enfrentou uma noite em claro, se perdeu no trajeto e chegou ao portão já fechado. Em vez de esconder a frustração, transformou o episódio em uma reflexão sobre recomeços.

“O que aprender com isso, Karol”: bombeira lamenta após perder prova de promoção por minutos em SC
Foto: Reprodução
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Faltaram cinco minutos. Foi esse o intervalo entre a bombeira militar e influenciadora Karol Farias Rossafa e a prova que ela vinha estudando para tentar a promoção a sargento.

O dia já tinha começado puxado. Segundo Karol contou em vídeo publicado nas redes sociais, ela passou a noite em claro cuidando dos filhos doentes e ainda assim manteve a fé de que daria tudo certo. Saiu de casa decidida a chegar com antecedência.

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O episódio aconteceu em Criciúma, no Sul de Santa Catarina. A cidade não era estranha, ela costuma ir até lá com frequência. Ainda assim, o trajeto até o local de prova virou um problema. Foram cerca de 20 minutos rodando em círculos, sem conseguir chegar à escola onde a avaliação seria aplicada. Quando finalmente encontrou o endereço, o portão já estava fechado.

A diferença foi de apenas cinco minutos. Tempo suficiente, pelas regras do certame, para que ela ficasse de fora. “Cinco minutos de atraso, não vou fazer a prova”, desabafou, ainda dentro do carro.

A preparação que doeu

Karol relatou que havia se dedicado para aquele dia. Mesmo cansada, acordou cedo, revisou os resumos e foi confiante. A frustração, admitiu depois, veio justamente do tamanho do esforço.

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“Doeu porque eu me preparei. Doeu porque eu queria estar lá. Doeu porque eu fui.”

Nas imagens, ela não escondeu o choro nem a revolta com a própria situação. Também questionou o modelo de avaliação. Com cerca de 15 anos de serviço, Karol não entendeu por que um profissional que já atua há tanto tempo na corporação ainda precisa ser aprovado em uma prova para avançar na carreira.

O debate entre os colegas

A publicação reacendeu uma discussão antiga entre os praças. Nos comentários, colegas de farda relataram situações parecidas e questionaram a exigência de provas internas para a progressão funcional, mesmo para quem já soma anos de experiência operacional. Para muitos, o modelo acaba pesando mais sobre quem tem menos tempo livre para estudar e quem enfrenta imprevistos como trânsito e nervosismo no dia da avaliação.

Depois do choro

Passada a revolta, veio a serenidade. Karol disse que seguiu o dia confiando que o resultado, por mais doloroso, tinha um propósito.

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“Porque nem todo caminho que confunde é caminho errado.”

A mensagem foi recebida com uma onda de apoio. Seguidores, amigas e colegas de profissão deixaram recados de incentivo, muitos compartilhando histórias próprias de planos que pareciam perdidos e que, mais tarde, fizeram sentido.

Até o momento, não havia informação sobre nova data ou possibilidade de recurso para quem perdeu o prazo de entrada. Enquanto isso, Karol resumiu o aprendizado à sua maneira: “Hoje eu só entrego. Confio. E continuo caminhando.”

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