As principais entidades representativas dos caminhoneiros de Santa Catarina decidiram não aderir, neste momento, à paralisação nacional convocada por lideranças da categoria para pressionar o Congresso pela votação da medida provisória que reúne reivindicações do transporte rodoviário de cargas.
A decisão foi tomada após uma reunião entre representantes do setor. Em nota conjunta, as entidades afirmaram que consideram legítimas as pautas defendidas pelo movimento, como o cumprimento do piso mínimo do frete, a segurança jurídica para os transportadores e a proteção aos caminhoneiros autônomos.
Apesar do apoio às reivindicações, os representantes entenderam que uma mobilização dessa dimensão exige planejamento. “Movimento de abrangência nacional não se improvisa”, destacaram na nota, justificando a decisão de não aderir à paralisação neste momento.
Enquanto Santa Catarina optou por permanecer fora do movimento, estados como São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Goiás registram mobilizações ou adesão de grupos de caminhoneiros, principalmente em áreas ligadas ao transporte de cargas e portos.
As entidades catarinenses ressaltaram, no entanto, que o estado permanece em estado de mobilização. Caso a medida provisória não avance no Congresso dentro do prazo de vigência, uma nova reunião poderá ser realizada para reavaliar a posição e discutir eventual adesão ao movimento nacional.





















